Alimentação é um dos fatores mais presentes na rotina das pessoas e, como informa Alexandre Costa Pedrosa, ela exerce influência direta sobre o funcionamento do cérebro desde as primeiras horas do dia. A relação entre o que vai ao prato e a capacidade de concentração, memorização e clareza mental tem sido cada vez mais observada em diferentes contextos da saúde e do bem-estar.
Afinal, o cérebro depende de energia constante e de nutrientes específicos para manter suas funções em equilíbrio. Logo, entender essa conexão ajuda a fazer escolhas mais conscientes no dia a dia. Pensando nisso, nos próximos parágrafos, veremos como a alimentação pode favorecer a memória e a saúde mental.
Alimentação e cérebro: Qual é a relação entre nutrientes e memória?
Alimentação adequada fornece ao cérebro os elementos necessários para manter a comunicação entre os neurônios e o bom funcionamento das funções cognitivas. Vitaminas, minerais, proteínas e gorduras de boa qualidade participam de processos essenciais, como a produção de neurotransmissores e a proteção das células cerebrais. Segundo Alexandre Costa Pedrosa, quando a dieta é pobre em nutrientes, o cérebro tende a operar com menor eficiência, o que pode refletir em dificuldade de concentração e lapsos de memória.
Por outro lado, uma alimentação variada e equilibrada contribui para manter o raciocínio mais ágil e a atenção por períodos mais longos. Além disso, o consumo regular de alimentos naturais ajuda a evitar oscilações bruscas de energia ao longo do dia. Isso favorece a estabilidade mental e reduz aquela sensação de cansaço mental que compromete tarefas simples e atividades que exigem foco contínuo.

Quais nutrientes da alimentação estão ligados ao funcionamento cognitivo?
Alguns componentes da alimentação têm papel reconhecido no suporte às funções cerebrais. Eles atuam tanto na prevenção de desgastes quanto no estímulo à atividade mental. Tendo isso em vista, a seguir, confira os principais nutrientes associados à memória e à concentração.
- Gorduras saudáveis: presentes em peixes, sementes e oleaginosas, auxiliam na formação das membranas celulares do cérebro e favorecem a comunicação entre os neurônios.
- Vitaminas do complexo B: encontradas em grãos integrais, legumes e verduras, participam da produção de energia e do equilíbrio do sistema nervoso.
- Antioxidantes naturais: comuns em frutas e vegetais, ajudam a proteger as células cerebrais contra o desgaste causado pelo estresse diário.
- Proteínas de qualidade: essenciais para a produção de neurotransmissores, influenciam diretamente a capacidade de aprendizado e atenção.
Esses nutrientes, quando consumidos de forma equilibrada, contribuem para um ambiente cerebral mais estável. Alexandre Costa Pedrosa enfatiza que a regularidade na alimentação é tão importante quanto a escolha dos alimentos, pois o cérebro responde melhor a padrões consistentes.
Hábitos alimentares que favorecem a concentração
Alimentação equilibrada não se resume a refeições isoladas, mas ao conjunto de escolhas feitas ao longo da semana. Pular refeições, consumir alimentos ultraprocessados com frequência ou manter longos períodos em jejum pode comprometer o desempenho mental. Desse modo, manter horários regulares para as refeições ajuda o cérebro a receber energia de forma contínua.
Alexandre Costa Pedrosa explica que isso reduz quedas de atenção e melhora a capacidade de manter o foco em atividades intelectuais, especialmente durante o trabalho ou os estudos. Por fim, outro ponto relevante é a hidratação. Embora muitas vezes esquecida, a ingestão adequada de água faz parte da alimentação e está diretamente ligada à clareza mental. Já que a desidratação leve já pode causar lentidão de raciocínio e dificuldade de concentração.
A alimentação influencia a memória a longo prazo?
Alimentação não impacta apenas o desempenho imediato, mas também pode influenciar a saúde cerebral ao longo dos anos. Hábitos alimentares consistentes ajudam a preservar funções cognitivas e a reduzir o risco de declínio mental associado ao envelhecimento. Uma alimentação rica em alimentos naturais contribui para a manutenção das estruturas cerebrais e para o equilíbrio dos processos inflamatórios.
Em conclusão, alimentação equilibrada, variada e regular se mostra como um dos pilares para manter a memória ativa e a mente mais clara. Para Alexandre Costa Pedrosa, ao compreender a relação entre nutrientes e funcionamento cerebral, fica mais fácil fazer escolhas que beneficiem tanto o presente quanto o futuro. Portanto, pequenas decisões diárias, como planejar refeições e escolher alimentos naturais, ajudam a preservar a saúde do cérebro e a melhorar o desempenho mental.
Autor: Nikolay Sokolov
